terça-feira, 26 de janeiro de 2016

CONCEITO INTRODUTÓRIO DA VENTOSA NA TERAPIA CAPILAR

Por Sandra Santos Tecnóloga em Estética e Imagem Pessoal – UNOPAR Estética e Cosmetologia – UNATEC Homeopata clássica, pelo departamento de Fitotecnia da UFV-Universidade Federal de Viçosas Pós graduada em Análise Clinica. Objetivo da aprendizagem Esta abordagem é para conceituar e direcionar uma metodologia quanto à necessidade e aplicabilidade do uso da ventosa nas terapias capilares, trazer para os profissionais de saúde e estética, mais uma alternativa na ação reparadora e preventiva de alguns distúrbios do couro cabeludo, provocar discussões das informações aqui desenvolvidas e entendimentos com conceitos e informações científicas para obtenção de resultados possíveis nos distúrbios atuais e evitar problemas futuros provocados por usos de fármacos, cosméticos de ações mecânicas no couro cabeludo. O couro cabeludo sofre agressões externas provocadas por agentes químicos shampoo, condicionador, finalizador, transformações capilares como colorações, alisamentos e até mesmo do próprio clima ou ambiente como, calor, partículas de poeira, ações mecânicas. A má higienização do couro cabeludo provoca um acúmulo de substratos nos folículos pilosos, provocando uma alteração prejudicial aos cabelos e ao couro cabeludo, somadas as reações internas, as glândulas sebáceas produz substâncias que mantém a pele protegida contra microorganismo invasores agressivos e quando essas glândulas estão exacerbadas podem provocar mais sebo e consequentemente prejuízo ao PH fisiológico, permitindo com isso um meio propício para os aumento dos microrganismos nocivos evoluindo para as patologias como dermatite seborreica, coceiras e os famosos “tampões” ou “rolhões” que impedem o bom desenvolvimento dos fios. Sob o couro cabeludo se encontra o epicrânio a vasta lâmina musculotendinosa que reveste o vértice e as faces laterais do crânio desde o osso occipital até as sobrancelhas. É formado pelo ventre occipital e pelo ventre frontal, esses são reunidos por uma extensa aponeurose intermediária. Assim é o escalpo que pode ser definido como, uma membrana constituída por pele, tecido conjuntivo denso e aponeurose (gálea aponeurótica). A ação desses músculos é movimentar o couro cabeludo, enruga a fronte, eleva os supercílios e a pele do nariz. São músculo que exprimem atenção, surpresa, horror e medo. A ventosa quando utilizada no couro cabeludo provoca uma higienização profunda, deslocando e desobstruindo os folículos que estão tamponados por acúmulos de substratos externos ou internos, a utilização da ventosa é o uso após todo ou qualquer tipo de química capilar, evitando com isso a TOTAL absorção da química pelos folículos pilosos, a ventosa proporciona também uma massagem eficaz no couro cabeludo que é coberto por uma grande extensão de fáscia, envolvendo e separando os osso do crânio ao couro cabeludo criando assim as condições necessárias para o desenvolvimento dos cabelos, não existindo músculo sob a maior parte do couro cabeludo é sem dúvida uma grande aliado o uso de ventosa, promovendo massagem melhora-se a oxigenação e a ativação de toda a extensão, ajudando especialmente quando já se tem alojado a alopecia, minimizando a temida calvície. A utilização de ventosas no tratamento de doenças não é uma exclusividade da Medicina Chinesa, existe informações do uso de ventosa desde o antigo Egito, ela é mencionada nos escrito de Hipócrates e praticada pelo povo Grego no século IV a.C., possivelmente também foi conhecida e utilizada por outras civilizações anda mas antigas, em várias terapias curativas. “O instrumento mais antigo que se tem notícia é uma cabaça para fazer esta terapia, que era chamado de “curubitula” que em latim significa ventosa. A ventosa tem registos históricos que datam de centenas a milhares de anos. Era utilizada pelos índios americanos que cortavam a parte superior do chifre dos búfalos, com cerca de 10 cm de comprimento, provocando o vácuo por sucção oral na ponta do chifre, sendo de seguida tamponada. O uso de ventosas no Ocidente antigo era um elemento terapêutico corriqueiro e de grande valor panaceico. Pois por falta de outros recursos médicos, a ventosaterapia era utilizada praticamente na cura de todas as doenças. Abordado por essas épocas como um instrumento curativo mágico, pelo contato intimo com o interior do corpo através do sangue. Ela era respeitada também pela sua atuação no elemento energético gerado pela respiração. Teoria que se aproxima dos conceitos de Medicina Oriental”. Paracelso também descreveu aplicações de ventosas no primeiro século d.c., indicando a aplicação de ventosas em benefícios de doenças crónicas assim como as agudas, incluindo ataques de febre e mencionou outras utilizações das ventosas. A higienização com ventosa evita o uso de substância medicamentosos que muitas vezes provoca desarranjos no manto hidro lipídico do couro cabeludo no combate aos microorganismos desarmônicos ou negativos onde há prejuízo para o ser humano. A ventosa segundo a MTC (Medicina tradicional Chinesa) tem a propriedade de limpar o sangue das toxinas acumuladas no organismo produzida pelos alimentos e outras fontes poluentes. A estagnação do sangue deixa-o escuro e sujo, este sangue estagnado e o ácido lático nas costas ou nas articulações são considerados pelas medicinas orientais como um dos elementos causadores de doenças. “A ventosa é usada para o alívio de dores musculares, melhorar o sistema circulatório e até mesmo, para redução de celulite e gordura localizada, lombalgias, dor abdominal, hipertensão arterial e muitas outras patologias”. (http://www.medicinachinesapt.com/ventosaterapia.html) HIGIENIZAÇÃO DE TAMPÕES:
REFERENCIAS: LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R Parasilologia Médica. São Paulo: Premiere, 1997 http://piel-l.org/libreria/seccion/dermatologia-ibero-americana-online/page/14 http://www.medicinachinesapt.com/ventosaterapia.html

sábado, 23 de janeiro de 2016

Seja bem vindo!! Sinta-se em casa.

DESCUBRA AGORA O QUE É CALVÍCIE E COMO TRATAR NATURALMENTE.

A calvície é uma forma comum de perda de cabelo e pode ser descrita como parte da genética geral. Desenvolver em homens de qualquer idade logo após a puberdade. Progride com a redução gradual do tamanho do folículo do cabelo do couro cabeludo, que provoca o afinamento dos fios, também diminui o tempo de duração da fase ativa do crescimento do cabelo (chamada fase anágena), levando os cabelos para (fase telógena) que é o repouso do cabelo. Nos homens, a perda de cabelo é limitada a parte superior da cabeça e pode desenvolver e retrocedendo a linhas do cabelo, isso também acontece com algumas mulheres Apresenta-se bi temporal (nas entradas) e vértex do couro cabeludo ( na "coroinha"). Mas existe também a calvície é difusa no topo da cabeça, que é o "padrão difuso", os cabelos ficam ralinho em toda a cabeça. EPIDEMIOLOGIA A alopecia androgenética afeta entre 50 e 80% dos homens caucasianos. A regra de ouro é para os homens em seus trinta anos, 30% têm alopecia androgenética. Para os homens em seus quarenta anos, 40% têm alopecia e assim por diante até 80% dos homens são afetados quando 80 anos ou mais idade. Existe uma minoria de homens que não desenvolve a calvície. As etnias têm diferentes níveis de desenvolvimento da calvície, essas diferenças entre as raças sugere predisposição genética. QUE CAUSA A CALVÍCIE? Não é apenas o fator genético o causador do problema, uma alimentação incorreta, higienização inadequada do couro cabeludo que provoca o aumento da oleosidade pode gerar caspa e descamação no couro cabeludo, uso de medicamentos orais e tópicos, insônia, uso de química no couro cabeludo, estresse, distúrbios fisiológicos ou emocionais. COMO TRATAR Para tratar é necessário definir qual a causa. Existem várias formas de tratar a calvície, a maioria dos tratamentos tem como finalidade interromper a queda de cabelo, e prolongar a vida útil dos folículos capilares. Os tratamentos vão do uso de medicamentos via oral, ingestão de vitaminas, mesoterapia, xampus especiais, laser, micro agulhamento, soluções capilares até transplantes capilares. Já tentou tudo e não teve bons resultados? Se a sua resposta foi sim, proponho que você conheça os benéficos da homeopatia. Exemplo: 3 MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS PARA CALVÍCIE DE ACORDO COM A CAUSA. Calvície por debilidade geral Phosphori Acidum ou Selenium Calvície por doença grave Carbo Vegetabilis Calvície por seborreia Lycopodium clavatum Calvície por intoxicação Sulphur Cuide-se! E Até mais, E cadastre no blog, informando seu e-mail que te envio mais informações! Abraço Sandra Santos

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

COMO SE LIVRAR DA CASPA

Vamos falar de caspa? Você que tem esse problema sabe como é constrangedor ficar numa fila, num restaurante, numa igreja, a preocupação de eu está sendo observado por ter esse peso sobre os ombro... E existem períodos que piora muito, e esses períodos são exatamente quando se esta a passa por alguma coisa importante ou em alguma dificuldade ai a situação piora. E quando a caspa não fica apenas nas roupas e aparece na face, sobrancelhas, orelhas, nariz ai é desespero... A sensação e o aspecto de sujeira nos cabelos é como se tivesse jogado farinha. É muito chato! E não é por falta de cuidado, mas as pessoas pensam e dizem até que é falta de higiene. Entender o que é caspa te ajuda na eliminação, assim saberá o que e como fazer para resolver esse problema. Caspa é um processo inflamatório que provoca a descamação do couro cabeludo, vermelhidão e coceira. E o que provoca caspa? Um fungo é isso mesmo, apenas um pequeno e quase invisível, microrganismo. Pode ser também devido uma pré-disposição genética e afeta mais homens do que mulheres. Claro que alguns fatores contribuem para o seu aumento em determinados períodos, como o stress, as preocupação, traumas, má nutrição. Ah, e o inverno é um vilão da caspa, quando se aumenta os banhos com água quente, toucas e falta de luz solar. Se for esse o seu caso, busque com um profissional capacitado, faça uso de tratamentos seguros para não agravar o problema, se não piore o quadro. Aqui vão 7 dicas valiosas que vão te ajudar amenizar o quadro: 1. Use xampus específicos e de baixa toxicidade. 3. Adotar alimentação saudável com baixo teor gordura e açúcar 4. Beba água suficientemente para manter- se hidratada 5. Evite o spray de cabelo, gel, bonés ou chapéus, pois ficará mais abafado e dificultará a circulação do ar, faça uma higienização precisa não deixe resíduos sobre o couro cabeludo 6 – Durma bem, faça meditação e exercício físicos. 7 – A terapia com homeopatia te ajudará a resolver esse problema. É uma terapia natural e de baixo custo que vai te livrar de situações constrangedora e de bônus você ainda ganha uma vida muito mais saudável e equilibrada. Cuide-se! E Até mais, Com mais dicas de saúde capilar. Abraço Sandra Santos